sábado, 6 de dezembro de 2014



It's been a month that I was diagnosed as cyclothimic, two weeks on antidepressant and lithium and almost two since my first full blown hypomanic episode.
It's been one week since I've made one of the dumbest things I've ever made: I've cut my arm with a scissor because I was thinking I was behemoth (wtf?) and my body needed a little more red color.
Four days since I've figured out that I haven't being myself for a long time, two days that if I'm being myself, I don't like me at all.
So many flaws... if I'm at normal mood (not happy neither sad) how could I've turned into something I don't like? When it happened?
It's so strange, it was a struck of sanity, or lucidity that came up and turned me into being myself one more time.
I don't feel sad, sometimes I think I'm in the middle of a hypomanic episode, but without all the good things like everlasting sexual drive, happiness beyond any circumstances, extreme energy that doesn't require any sleep and the list goes on and on.
The only things that's here is the energy, I'm working much more than before, getting more tired than before, eating less (that's actually good, I think), Having an improved mood, well, being "myself"I think.
The problem is that I'm too prone to do shit, talk shit, being silly and lots of things that aren't smart right now.
It's sad, because if I'm being myself finally, how in the hell I could end up being like this?
I thought I liked myself at all, but's not what's happening right now.
I'm so immature, and I used to like it.
It's been twelve hours since I've figured that I'll carry scars on my right arm.
It's been two hours since I've decided to change myself into something I like.
What do I like?
I like myself (?) but without the flaws I've spotted. Christ, what a friggin' ride have been.
So many ups and downs, tears shed because of nothing but sadness.
I do like myself, I just need to learn when being myself. Can't be every time, I must be ten thousand personas everyday. One for home, one while driving, one on work, one for myself. Hell, can't we just deal with our inner self issues, we have to be more than one person every day?
These are the flaws, I think. being one everywhere.
It's been some seconds that I've found that I'm proud of the path I'm roaming now.
Days to come must yet show how far I can go. Professionally, personally, emotionally.
And let just try to be something comprehensible and someone who people would like to stick around.


domingo, 24 de agosto de 2014



Como eu gostaria de prometer todo o mundo
Alegria
Emoção
Felicidade e novidades todos os dias
Mas tudo passa, a emoção principal, o primeiro momento
Tudo se transforma no amanhã, tudo recomeça, tudo muda
E dessa forma o meu brilho é ofuscado
É transformado no cotidiano, ou até mesmo nos desententimentos.

 Felicidade mesmo deve ser outra coisa, quem sabe?
Ou pode ser a simples capacidade de se reinventar, se apaixonar novamente
Levando em consideração que é sempre a mesma pessoa de antes.
Deve ser uma virtude achar alegria no tédio, no cotidiano
Relacionamentos são feitos disso
Construídos do tédio, das brigas e de dormir juntos.
Enquanto a outra pessoa te procurar na cama durante a madrugada, não se preocupe, ainda está tudo bem.
Isso é ser humano, levar a cabo o dia a dia e ainda trazer novidades pr'aquilo que todos chamamos de casamento, ou relacionamento, ou quaisquer coisa que chamam hoje em dia.

 Olhar nos olhos e desejar o clássico "pra sempre"
Ver o futuro, o mundo, as conquistas e derrotas
E mesmo assim, aquela pequena incerteza que permeia o mundo, colando tudo e todos com a capacidade de nos fazer surpreender
É por isso que eu adoro olhar nos teus olhos, mesmo sem entender nada do que deve se passar pela tua cabeça
É por isso que mesmo pedindo tantas coisas e sendo um poço de insegurança, não há ninguém melhor para estar comigo agora.
Quero fazer parte das tuas conquistas, dos teus momentos, sempre, independentemente se eu deva ou não estar por perto.
Não prometo mais o mundo, no máximo, as contas pagas no fim do mês
Mas pelo menos assim ainda posso desejar te segurar pela cintura e te chamar de minha.
Posso pelo menos desejar estar contigo.
Isso já é suficiente.

sábado, 19 de julho de 2014



E só pra ficar claro: Eu odeio menina que fica colocando poema em tudo quanto é canto da vida, pra se pagar de gostosona ou de intelectual, sua vadia.
Querida, faz é tempo que ser burra virou mais atrativo do que ser inteligente.
Pagando de boa mocinha, no máximo vai conseguir um retardado que vai ter que se foder pra te sustentar.
Se tú tiver uma bunda com cada banda  maior que uma melancia, tú consegue algo melhor, vai por mim, meu doce.
 

sábado, 7 de junho de 2014

Emaranhado.

Desde o primeiro momento estamos em movimento. Aprendendo, errando, crescendo, até mesmo morrendo aos poucos.
Para ser direto, a primeira vez que morte, num sentido geral, num momento lúcido, não juvenil, ou melhor, infantil (como ocorre na adolescência) me passou pela cabeça foi neste ano que passou. 
Não dá pra fugir, simplesmente vem e vai do mundo todos os dias, triste, dolorido, não dá para escapar, simplesmente ocorre.
Não a arte de morrer, o verbo, mas a parte filosófica disso, o não existir, o não estar, o deixar de existir que quero comentar (ou melhor, a vida?). Às vésperas de completar 25 anos, chego num primeiro momento, num ponto onde começo a calcular e levo em consideração que, com sorte, tenho o dobro do que já vivi aqui neste planeta.
Daqui a cinco anos, será quase como ganhar na loteria viver o dobro do que já vivi, afinal, 3x30...
Vejo tantos homens que dizem que a paternidade os mudou, comigo foi diferente. Parece que já nasci pra isso, já tinha consciência dos meus deveres. Mas claro, algo internamente muda. Não consigo mais ver tragédias ou mesmo filmes que envolvem crianças sendo machucadas ou qualquer outra coisa desse tipo. Não consigo não explodir em amor quando lembro do sorriso do meu pequeno, ou mesmo dos passinhos desajeitados que ele dá, ou então quando acorda de madrugada e ergue os bracinhos pedindo colo.
Todas essas ocorrências com meu pequeno mocinho me trazem lembranças da infância. Indiferente de uma menininha (digamos que era a imagem máxima da pureza e inocência que eu tinha na minha mente), meu mocinho também é tudo isso e mais um pouco, assim como eu já fui um dia.
Um dia eu fui pequeno e inocente, rosado e gostoso de apertar. Hoje é a vez dele, e a minha de poder dar todo esse amor que alimento todos os dias. 
Então ao me olhar no espelho, vejo um pai jovem, completamente maluco e imaturo, sem as qualidades que alimentei por todos esses anos de como um pai deveria ser sendo que sou completamente o oposto! Não tenho cabelos grisalhos (na verdade aparece um ou outro em momentos de stress, mas no geral tenho perdido mais cabelo do que tenho cabelos brancos), nem mesmo tenho jeito para dar ordens, tenho a tendência a ter crises emocionais, enfim, todas as coisas que nunca vi meu pai ter ou fazer. Eu sou completamente adolescente... Mas sou extremamente maduro em outros aspectos ao mesmo tempo, como por exemplo saber qual o meu lugar e como cuidar do meu pequeno. Talvez as maiores mudanças aconteçam após o nascimento do primeiro filho, não nos primeiros anos, mas algo gradativo, simplesmente aconteça por que ele existe e você tem essas responsabilidades, sei lá.
E a morte entra bem aí, no meu dia a dia, logo após as maluquisses da adolescência terem acontecido e onde você começa a ser um adulto, a morte já vem e te assombra internamente. O éon de uma vida média nesses tempos que vivemos é longo, mas tudo se esvai, dia após dia.
E então um dia estarei segurando meu neto e talvez terei mais 30 anos de vida pela frente? quem sabe?
Nesse emaranhado de pensamentos e emoções que me ocorrem agora, volto ao ponto onde ainda me vejo como inocente e precisando de carinho e amor (aí que minha mulher entra, ela mesmo diz que tem dois filhos), igual ao meu filho, igual ao dia em que tinha a idade dele. Essa é a mágica de viver, eu acho, ser o mesmo  desde os primórdios da vida e conseguir ver Deus nesses pequenos detalhes, onde toda essa dança que acontece, é o verdadeiro Deus.

 Agora eu tenho medo de morrer, diferente da adolescência onde pensava que morrer era a solução pra tudo. Eu estou feliz, mesmo cercado e rodeado de problemas de diversas causas e soluções, mesmo ainda sendo um moleque completo por dentro, sem saber onde botar o pé no próximo minuto ou mesmo qual será a nova maluquisse que irei inventar de fazer, eu tenho medo. E tenho por que eu finalmente encontrei e compreendi por que. (pra quando o filho da puta do meu filho inventar de discutir comigo quando for mais velho eu dar uma vassourada na cabeça dele!).

Se eu puder te dar um presente, que seja a capacidade de compreender o mundo como comecei a compreender depois que você nasceu, mas isso da mesma forma que você fez comigo, sem mudar quem eu sou, pra não ficar careta e com jeito carrancudo.

Incrível como até mesmo a morte gira em torno da vida.
E se um dia eu morrer, saiba que independentemente da bosta que você faça da tua vida, eu tenho orgulho de você.