Nada vem
Nada vai
Nem começa
Nem termina
Um monte de babacas
Olhando, analisando
Fingindo que vivem
E todos adoram dar uma fodidinha
Outros gostam de cus
Estes, que gostam de cus, os mais engraçados
Tomam esporro a vida toda
Se fodem, trabalham igual panaca para enriquecer um outro alguém
Que enfia até a alma no rabo alheio.
Pior, outros ainda deixam o pau morrer
Deixar de subir por medo, por frustração
E no final das contas, acabam se fodendo da mesma forma.
Se tudo fosse sexo seria simples
Se fosse tudo simples
Não seria tudo
Seria mais complexo
Menos racional
Tipo como é agora
Como deve ser
Aqui neste plano
Neste tipo de causalidade.
Lembro das moças de quinze, dezesseis
Menstruando e se masturbando
Sonhando com um pau gostoso dentro da pepeka
Às vezes até sentindo.
E se fazendo de difícil para o namorado
Ou ficante
Ou qualquer filho da puta que essas vagabundinhas deixavam passar a mão
Muita menininha dava o cu pra não perder a virgindade
E com dor, deixava o cara frustrado, a mercê de mais uma punheta.
O que é ser virgem?
É nunca ter feito algo?
Eu sou virgem em todas as minhas relações sexuais
Todas tão diferentes, sempre com um novo alguém
Mesmo sendo sempre a mesma pessoa.
Eu sou virgem todos os dias
Todas as vezes que meu pau enrijece e eu fico com desejo de sentir aquela moça gozar nele.
Claro, como homem, prazer importante é o alheio, é a sensação de sentir o coração bater forte debaixo daquelas tetas tão gostosas e só então dar uma gozada.