domingo, 27 de fevereiro de 2011

Crystal world
The one I used to turn myself in
There is no child's cry
There's no pain.

I've decided long ago
Nobody will see any thing in my eyes
Nobody will know how I am
My person
Being thousand ones everyday
Hiding scars with a crooked smile
Hiding shame with my head down.

I saw the lies
They sold me lies
And I've ever knew
That I was right
I'm human
I search love and knowledge
And there is my salvation.
I put my head down.
Down to be inside of myself
Searching answers
And knowing that I was going to find.

Crystal world
Coloured with blood
Intense red playing with an almost transparent Tone
Of tears
Of delusions
And a promise
To refresh all the hopes.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Eu comprei um mundo de horrores ao deixar a infância pra trás
Cresci, amadureci
Tirei as ataduras de meus machucados e vi minhas cicatrizes
E agora sou marcado
Pelo mundo
Marcado
Com a marca da perdição
Com a marca humana e masculina
Indolor
Porém dá-me nojo vê-la
Dá-me nojo olhar dentro de mim.

A incongruência das horas
O despertar matinal
Tudo num dia após o outro
E os desejos necessitavam estar interligados.

Eu comprei um mundo de esperanças ao tocá-la pela primeira vez.
Comprei um mundo maravilhoso e divino
E agora eu luto pra tirar as sombras de dentro dele.
Sombras que vem e vão
Que aterrorizam
Que despertam o real
Num mundo onde tudo é belo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Sabe?
Um dia, uma hora
Aquela, que você existe aqui, perto
Aquela razão, aquela vontade
Persiste
Longe de você
Longe do meu tudo
Dor sádica
Esperança moribunda.

Corro contra o relógio
Corro contra o tempo

Tempo, aquele que você existe
Aquele que você persiste em me querer
E cria este novo eu

Meu bem, acreditaria no pra sempre pra depois?
Desejo
Eterno desejo de sua pessoa.
Meu bem, acreditaria nas maluquisses que nos atraem?
Nunca quis me confessar, ou me expressar dessa forma
De meus anseios, apenas eu os conheço
Os permito
E eles que me matam.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

É feito de carne
Apodrece
É um coração
É vivo
É um ser humano.

Tem anseios;
Desejos;
Vontades;
Ódio;
Dor;
E sangue;

Muito Sangue






quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Um merecer
Uma outra hora
E uma preocupação
Gira mundo, gira
Gira unicamente pro tempo passar
Pras dores rolar
E pra preocupação começar

Fala, aviva, desvia
Se tu morasse alí
Se tudo acabasse agora
Talvez a divina intervenção viesse através do teu ventre
Naquele que repouso a cabeça
E reclamo teu coração.

Vida vai, vai embora
enquanto o mundo gira
Gira mundo, gira
Gira unicamente pro inferno queimar
Pras dores suportar
E pra um novo amor nascer.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mundo de vidro
Com tons glaciais
Com tons cor de terra
Cor de vida alheia
Entre esquadros e retângulos
Uns apodrecem, outros enferrujam.
É diverso, bobo e imaturo.
Nem acredito, hei de confessar um dia
Que toda a palhaçada complexa, acaba logo alí;
Que termina em toda a verocidade voraz das palavras obscuras que
teu instinto selvagem guarda dentro de ti.

Mundo de vidro
Que reflete e distorce a luz
Prisma retardado
E cheio de defeitos
Palavras realizam desejos
Realizam ilusões.


Sunlit spirit shines all life long
There's no way down, I know
There's no way down when you're a common one.

They say, They dream
Which one could stand trusted for all the time?

Burst, hate bursts into shyness, into nothingness
i believe, this time, for better.

Should I be so scared while walking on this path, alone?
The whole world stands upon me, upon you
Upon every dream that I had to this day
And I must forget it all.

Common hope that's inside of every human soul
Makes me eternal
Makes me ethereal.