terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Inverno do amor (época sem "pegação")

Gostaria de dizer
Algumas vezes mais
Sentir
Tocar
Porém prefiro assim
Desse modo
Sossegado
Calmo
Doce
Masculino
E sem carinho

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Passivo
Se mate, agora
Passivo
Que tanatos se vingue de você
Você tentou se ajudar
Tentou esquecer
E tudo o que aparece
São coisas que não partem de você
Vazio
Sempre tão vazio
Suas escolhas
São suas?
Passivo
Faça suas próprias escolhas sem ajuda alguma
Passivo
Saia das alturas
Venha para o chão
Passivo
E suas promessas?
São realmente suas?
Passivo

sábado, 29 de novembro de 2008

Não preciso da sua desconfiança
Não preciso, mesmo
Já basta eu mesmo não acreditar o suficiente em mim mesmo
Nojeira
Tenho nojo
Se não acredita na sua prole, porque a tem?
Mate-a
Se não acredita no seu próprio sangue, por que deixa viver?
Falta de coragem
Como eu sinto nojo!
Quero sumir, simplesmente
Suas decisões sempre foram erradas
Sem coragem
Como eu sinto nojo
Como eu sinto nojo por pertencer a seu circo dos horrores
Me deixe em paz, não agüento mais ficar perto de vocês!
Eu tenho nojo
Muito nojo
Povo preguiçoso!
Que nojo...
Decisões falsas
Decisões falsas...
DECISÕES FALSAS!
Nunca pode agir pelo coração
Como eu tenho nojo de vocês todos
Me deserde
Pois da sua ignorância eu não quero nada!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Desejos não significam nada
Não significam nada
Significam nada
Nada
Porém
O nada significa desejo
Desejo de nada
Desejo de nada
Nada
Nada e nunca
Nunca nada
Nunca e nada
Se desejam
Se completam
E criam desejos
Desejos de nada
Desejos de um nunca
Que ainda está por vir

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Choro
Alegria
Aparecem
Vão embora
E o que sobra
É o desejo
E o que sobra
É bobagem

Ninguém opina
Ninguém reclama
Ninguém nem olha
Quê diabos acontece?
Quê querem, afinal?
Eu me estraguei
Me mandei à merda
Porém não desisti
Não resisti
E me entreguei
À carne
Aos desejos
Me estraguei
Sou um brinquedo estragado
Mais uma diversão da minha mente
Outro pedaço podre dessas relaçoes mundanas que ocorrem todos os dias
E os anos vêm
Levam embora toda a doçura e pureza que eu tinha
(Que nunca foi pureza, aliás, pois eu sempre fui sacana o suficiente pra compreender o que acontecia, mesmo em menor grau e escala)
Vem, bate à minha porta, diz que o mundo está aos meus pés e não sobre meus ombros
Vem, fica sobre meus ombros e me dá alguma coisa pra ser responsável de verdade
Mãe terra, lar da desonestidade e dos seres humanos
Diga pra mim que não é apenas um barulho criado pelos homens
Diz que tua alma foi poluída por nós
Diz que você não quer meu mal
Eu me estraguei
Me entreguei aos seres humanos
os quais almoçam como hienas sobre minha alma
Entreguei-me à carne
À carne pútrida que leva consigo uma alma mais nojenta ainda
E não tenho conquistas
Não sei por quais razões
Mas não as tenho
Talvez neguem conquistas aos impuros de coração
E os deixem a mercê de suas conseqüencias

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Sou meus vícios
Meus anseios
Meus medos
Minhas nojentisses
E agora entendo
Sempre compreendi
Apenas menti para mim mesmo
Tentei esquecer
Só uma vez
E talvez por isso
Tenho sofrido tanto
Sou meus vícios
Meus anseios
Meus medos
Minhas nojentisses
Quem dera se eu pudesse mudar um pouco
Nunca quis ser outra pessoa
E nunca vou querer ser
Só gostaria de ser mais... interessante.

domingo, 16 de novembro de 2008

City Lights

Eu nasci pra cidade
Eu nasci pras luzes
Eu amo as luzes
Eu sempre as provo
Adoro seu gosto
Eu nasci pra cidade
Eu nasci pra rodar por ela durante a noite
Adoro imaginar quantas almas existem nela
Sou mais um monstro que se esconde no concreto
Atrás dos túneis, atrás das verdades e das mentiras que essas paredes escondem
Adoro saber que não estou sozinho
Adoro andar por aí, livremente e ver as luzes
Me limpa, me torna humano
Sou um monstro seis dias por semana
E durante a noite do último dia me transformo em humano
Adoro ver as luzes
Adoro o gosto delas
Mas adoro mesmo é saber que não estou sozinho
Adoro saber que sou humano
Adoro ter meu coração preenchido.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Sonhos
Planos
Vão embora, somem
E o que sobra é você
Sempre você, somente você
Sozinho, e estranhamente com forças
pra continuar em frente
E você deseja novamente
E sonha novamente
E mesmo que seja só você...
Enfim e sempre com vários poréns
Você sempre volta a ter sonhos, mesmo tendo medo.

domingo, 12 de outubro de 2008

Time comes
Time drags on
Wasted time
Not wasted time
Just reasons
Time
Time comes
Chances comes
Doors gets locken
Time comes
Time goes
And
I'm yours now
I'm locked up in there
This time
I'm yours
Desires
Should never be forgotten
Forbbiden time
Yesterday is a forbidden time for me
Yesterday i wasn't yours
Just....
Just time
I'm yours now
Time, not wasted time
Before and after
Always desire to be yours
Forever, since the past
The one that i can't ever be yours;
Because time
Time drags on
Just desire
Should look up for tomorrow
Maybe tomorrow bring you to me
Maybe tomorrow, not wasted time
Time, this time
Yesterday is forbidden to me
I desire you since ever.



For you, Owner of my heart.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Tantos sonhos...
Quem já parou pra pensar na vida?
Quem quer mais do que consegue ser?
Dói, é incrível como dói.
Se fosse só medo
O ser humano tem medo
Bicho fraco, porém polivalente
Bicho imbecil
Bicho idiota!
É forçado à viver por casua da morte
É feito de desejos
É feito de amor
Amor destrói
Amor destrói
Amor destrói a vida dos incapazes
Amor destrói vidas
Amor destrói os incapazes!
Que seja!
Que seja de dor!
Ignorância a minha...
Sou humano!
E a minha maior felicidade talvez seja o meu maior erro!
Não sou capaz de você
Nunca serei
Lembre-se de seus desejos
Diga-me adeus
Porque sou imperfeito
Não sou o escolhido pra nada
nunca fui, nunca vou ser
Esse meu martírio cínico
Essa minha revolta toda
ESSE MEU MARTÍRIO CÍNICO!
Existe razões
Sempre há razões
Sempre descobrirei as razões
Mas sou incapaz de manter-me firme
Sou incapaz de você
Já disse
Até onde vai me enganar?
Diga-me
Porque engana a mim?
Eu sou incapaz.
Sempre o serei.
Lembre-se disso.

domingo, 28 de setembro de 2008

não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto
não desisto
desisto

exemplo de dualidade.

é sempre a mesma merda, afinal, dou cinco minutos pra você ficar com nojo de mim.
Ninguém olha pra trás
Ninguém olha pro lugar onde você está
A cada dia que se passa, sente-se mais sozinho
Cadê a alegria que todo mundo fala sobre?
Porque a mesma não bate à minha porta?
Cansei de me esconder
Cansei de fazer tudo o que fazia
Desisti
Talvez a última coisa que eu desista nessa vida
Não está sob meu controle
Se estivesse, não teria desistido
Cadê a alegria que todo mundo fala sobre?

Talvez suas derrotas sejam mais conquistas que derrotas;
Afinal, quais são as derrrotas que realmente importam?
As derrotas de uma sombra realmente importam?

Odeio ouvir pessoas que conseguem de tudo sentirem-se imprestáveis!
Odeio!
Eu odeio!
Tenho nojo!
Falsa incapacidade é pior que falso desejo!

P.s.: Nunca mais minta pra mim.
NUNCA!
Imprestável
Vagabundo
Incompentente
Indecente
Imbecil
Idiota
Imprestável
Desgraçado
Incapaz
Burro
Medroso
Errado
Irracional
Emotivo
Babaca
Panaca
e outros adjetivos similares
Bem, é por isso que elas gostam de mim, eu sei o que realmente sou.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

there is some strange people
there is some dreams
there is some alienation
and there is some dead persons
I've used to believe in something more bigger than me
But every time that I search
I find you in me
I find you
Can't you see?
Don't you search?
Can't you see?
Give goodbye for everything in this life
'Cause the place I live can't give me you
I'll always need you
I dream of you
maybe I should die for you

Todo mundo é capaz de sentir

Todo mundo é capaz de palavras bonitas

Todo mundo sente dor

Todo mundo tem medo e tem vários anseios

Pergunta-se qual é seu maior sonho e responde-se que é o amor

Todo mundo sonha com o amor

Todo mundo deseja o amor

O amor é feito de palavras bonitas

E todo mundo é capaz de palavras bonitas

Todo mundo é capaz de amar todo mundo

Todo mundo se deseja secretamente

Todo mundo.

sábado, 30 de agosto de 2008

Nunca fiz nada interessante
Nunca ganhei medalha
Nunca ganhei nada de algo, nem nada de nada
Desinteressante
Alguém mais por aí se sente assim, normal, afinal
Nunca fiz nada de interessante
Sempre fui normal
Nunca me dediquei a nada
Nunca me dediquei a procurar a felicidade
Mas a desgraçada vêm me assombrar
Nunca fiz nada de interessante
Isso machuca
Nem é por inveja, sabe?
Mas, sei lá, sempre fingem perfeição
Se dedicam
Eu não me dedico
Eu largo tudo pela metade
Deve ser por isso
Que sou bom em um monte de coisas
Mas não bom inteiro
Bom pela metade.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Quando se ama de verdade, se chora por isso, esperneia-se por isso, berra, grita e machuca os outros.
É egoísta, é tão de vocês dois do que de qualquer um.
mas, quando se ama, você se torna alguém melhor.
quando se ama de verdade...


Pra sempre, meu amor, pra sempre.
eternamente teu, em todo o coração, e em todo o desejo.

domingo, 10 de agosto de 2008

Chega
Não sou eu
Meu humor
Muda com a “tevelizão”
Minha dor some
E meu cérebro cozinha

Cabeça poluída
Gera vagina poluída

Um circulo vicioso
É composto por alguns viciados
Dividindo um baseado

Frescura pura
Eu sou a frescura pura
A derrota completa
O medo mais puro
A vida
Ó cacete
Ó putaria
Cansei

Algumas pessoas criam com criatividade
Outras, criam com o Cu
Ai ai ai ai ai ai ai!
O mundo é bão!
A alegria é tão simples...
E porque não somos felizes?
Porque complicamos
Ou porque...
Somos complicados?
É que quando se complica
É mais gostoso
Quando se complica
É tão real
Tão verdadeiro
Que a complicação
Chega a ser uma virtude
Do ser humano
Pedacinho de satisfação fútil
Que acaba em duas horas
E a titia ta toda arregaçada
Da noite passada
Enquanto uns vivem bem
Outros vivem se fodendo
Enquanto o titio acorda do lado da titia
E vai ao banheiro de chinelo e meias
O cidadão pacato
O eu
Ou eu
Ta desentupindo o cano
Por que me preocupar com o mundo ou com a guerra
Se todo dia estou em guerra comigo mesmo
Quem sabe, como todo homem
Eu também tenho medo de fracassar
Mundinho confinado a dor e a lágrimas
Todos morrem um dia
E não que seja por dor
Mas porque é nobre
Falar daqueles que morreram por nós
É do ser humano ter medo
E ninguém pensa
Se eles morreram por medo
De atirar
É por que nem todos odeiam
Os filhos dos outros
Ninguém pensa em quantos amores destruídos
Mas todos sabem
Que morrer pela pátria é nobre
E morrer pelos outros também
Mas não se lembram
Que nobre mesmo é morrer de amor
Sim, é anti-guerra...
Na hora da falta de coragem
Depois de melar a cueca
A gente ganha coragem
Da raiva do cheiro da merda fedida
=]
Grande bosta
Que coisa sem graça...
Eu nem ao menos sou eu mais
Até os meus pedaços
Nem eu mesmo sou eu
Virei uma coisa
Porque esse sorriso aqui
É de resina
E tão novinho, já caí aos pedaços
A gente fica a reflexionar
A gente fica a se enganar
E mente pra nós mesmos
Dizendo que não é verdade
Tenho defeitos
Um bocado de defeitos
E mesmo assim
Coitado é o homem
Que não sabe transmitir seus sentimentos
Consumo meus pensamentos
Faço todo o processo da vida
Consumo a terra, a água e o ar
Consumo meu coração
(ou pelo menos os sentimentos que habitam ele)
sentimentos
o que são realmente?
A sua alma gritando por amor
Ou, uma química cerebral?
Estou tão perdido dentro de mim
Que até esqueço do exterior
São apenas dores?
São apenas verdades?
Um impulso sônico parece ser muito mais eu do que eu mesmo
(só quero sentir)
Nem eu mesmo sei o que há dentro de mim
Mulheres existem pra roubar seu coração
Mulher é o fruto mais gostoso entre o pacto de Deus e o diabo
Mulheres e seus corpos
Mulheres e seus corações
Mulheres e seus sentimentos
Mulheres e suas vaginas
Cidadão do metrô
Quais são suas intenções?
Quais são seus segredos?
O que você quer da vida?
Cidadão do metrô...
Você é tão lindo
Você é tão jovem
Mas esse seu rosto de anjo...
O que ele esconde?
Me diz, por favor
Porque você se esconde entre as paredes de concreto?
Cidadão do metrô...
Pra onde você vai?
Ou só quer ir pra lugar nenhum?
Eu acho que a sua vontade é de se afogar
Entre as pernas de uma mulher
Por que entre as pernas de uma mulher
Você encontra compaixão
Aquela compaixão que você só espera quando morrer
O problema, caro cidadão do metrô
É que você só foge
Da morte também
Dona Maria vende pão todo dia de manhã
Dona Maria dorme durante a tarde
Dona Maria...
A minha dona Maria não existe
A minha dona Maria
É o espelho de tantos
A minha dona Maria
É a mãe de tantos
Que trabalham
Que acordam cedo
Que ganham 500 reais por mês
E sustentam sete pessoas
Dona maria cheira fumaça todo dia
E seu destino
É morrer atropelada
É legal pensar que seremos os donos do amanhã
Mas...
Nem todos serão
Geralmente
Somos escravos de um modo de vida
De uma realidade alternativa
Não somos nós
Somos produtos
Somos trabalho
E mercadoria
Nós somos o produto de nossa sociedade...
E os pilares...
São seus escravos
Porque quem sempre lucra
Nunca coloca a mão na bosta
Por fim
Ou por inicio
Um dia tudo vai cair
E afundar
Afinal somos uma sociedade
Um ser maior
Só precisamos que alguém
Dê um tiro na cabeça dela
não ligo pra tua vida
não ligo pra imagem falsa que passa dela
quanta perfeição exposta numa fotografia
o engraçado é que você tem nojo dela
o engraçado é que momentos bons você sempre guarda
prefiro a minha
pútrida e relapsa
humana e verdadeira
guardar momentos de prazer
sendo que tudo o que você vende com a sua imagem é a pureza egoísta dos seus sentimentos
você sempre escolhe demonstrar a perfeição do que gosta
porque não demonstra os erros?
coloca tudo em jogo pra ver se dura
e ter certeza de que é real?
sentimentos afloram aqui e ali
sentimentos humanos e puros
que sempre se transformam em sujeira
nunca irá aprender
a definir sua imagem a partir dos seus sentimentos
nunca irá aprender a deixar de ser falsa consigo mesma

Litânio contra o medo

Retirado do livro 'Duna', de Frank Herbert.

Litânio Contra O Medo.
"Eu Não Devo Ter Medo.
Medo é o Assassino da Mente.
Medo é a Morte Pequena Que Traz A Obliteração Total.
Enfrentarei Meu Medo.
Permitirei Que Passe Por e Através de Mim.
E Quando Ele Tiver Ido,Irei Olhar pra Dentro de Mim e Ver Seu caminho.
Por Onde o Medo Tiver Passado Não Haverá Nada.
Somente Eu Restarei".

Ajuda pra dedéu^^.
Aliás, lixo de poesia qualquer um faz.
sem comentários, por favor.

brgbthrth

"Essa capacidade de raciocínio
Essa contestação toda, do que serve?
Toda a fúria encontrada nesse coração
Todos os desejos selvagens
O que você procura?
Defina-se, ainda é tempo
Todas as suas bases
Pra quê?
Em um momento lúcido, apenas um, todos os seus desejos morrem
Deixam de existir
Se tornam esperanças mortas que ficam a habitar teu coração
E mesmo assim, ainda continua pedindo um pouco de piedade em todo o seu egoísmo
Humano como um todo, e a sua única maravilha é a capacidade de aprender."

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não sou legal
não adianta forçar
não sou legal, sou apenas bobo
tenho meia dúzia de sentimentos
tenho sonhos e vontades
sempre anseio por algo a mais
irreal
pareço irreal
o que os outros vêem em mim não é verdade
não sou legal
não adianta forçar
não tenho graça
não tenho nem mesmo coragem
e esse eu dos outros
o que gostam nele?
sou somente outro fodido da vida
não tenho graça
aliás, não tenho nada
e porque será que enxergam algo em mim?
esse eu dos outros
o que procuram nele?
não tenho graça
aliás, não tenho inteligência
escondo-me de várias verdades
entro em conflito comigo mesmo
busco ser sempre superior a mim mesmo
não tenho graça
só tenho uma dor no coração
aliás, não tenho interesse
aliás... isso dói demais





começou.
sem mais.

Sem graça, aliás.