Eis minha escrava
Eis minha paixão
Talvez eu seja mais escravo d'ela que ela d'eu
Eis minha escrava, com toda a sua pertinência
Exponho à ela todos os meus defeitos
Incorrigíveis
E reais
Eis minha escrava
Ela é o meu grande amor
Mas ninguém (nem ela) sabe disso
Sou escravo de um ser
Cuja criação foi baseada em servir os outros
Eu sirvo-a
Sirvo-a com minha mentira
Sirvo-a de meus desejos
Eis minha escrava
Eis a razão para meu coração sofrer
Como arregaçado numa noite
Peço, em prantos: realize-me
Pois razão alguma dou a esta minha existência infame
Pois este ser existente não vê razão alguma
Talvez eu precise mais de ti do que imagino
Talvez você seja minha existência
E sem minha escrava
Razão alguma a existência consigo dar
Nem mesmo um sutil toque fresco da vida é sentido
Nem mesmo lágrimas escorrem
Pois de minha escrava sou escravo
Pois de minha escrava retiro forças pra viver
Decidir o futuro agora no presente
E desejar uma noite mais.
Eis minha paixão
Talvez eu seja mais escravo d'ela que ela d'eu
Eis minha escrava, com toda a sua pertinência
Exponho à ela todos os meus defeitos
Incorrigíveis
E reais
Eis minha escrava
Ela é o meu grande amor
Mas ninguém (nem ela) sabe disso
Sou escravo de um ser
Cuja criação foi baseada em servir os outros
Eu sirvo-a
Sirvo-a com minha mentira
Sirvo-a de meus desejos
Eis minha escrava
Eis a razão para meu coração sofrer
Como arregaçado numa noite
Peço, em prantos: realize-me
Pois razão alguma dou a esta minha existência infame
Pois este ser existente não vê razão alguma
Talvez eu precise mais de ti do que imagino
Talvez você seja minha existência
E sem minha escrava
Razão alguma a existência consigo dar
Nem mesmo um sutil toque fresco da vida é sentido
Nem mesmo lágrimas escorrem
Pois de minha escrava sou escravo
Pois de minha escrava retiro forças pra viver
Decidir o futuro agora no presente
E desejar uma noite mais.
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